Poderia chamar ode a um preservativo, e tirar elações sobre o mesmo. Mas a questão é: quando é que um preservativo ganha personalidade? Pessoalmente julgava que seria quando ficasse cheio, mas não, ganhá-la desde o momento que luta para não sair do seio maternal, a embalagem! Já me deparei a blasfemar sobre a dificuldade de o desencarcerar do saco, e a chatice de o colocar, a textura desconfortável, a irritação de não colaborar para a acção que está prestes a começar. Temos conversas depois de uns momentos bem passados, porque é realmente um amigo, e até o baptizamos como a um filho; McGyver é o meu preferido. Houve tempos que o odiei e basicamente o ignorei no fundo de um qualquer caixote, outros foi que lhe arranjava companhia, mas voltei a odiá-lo no dia que lhe deram mais importância que a mim; "epá resistente, mas muito sensível" upa! Que bom! Merda pró látex! Ciúmes, claro que sim! No final fazemos as pazes, porque apesar de tudo é como os romances de amor e ódio. Não se quer viver sem ele, porque se pode morrer sem ele. Usem! Ñ se acanhem! ;)
Monday, February 5, 2007
1 Preservativo
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